ACESSIBILIDADE EM ACADEMIAS PARA IDOSOS E PORTADORES DE NECESSIDADESESPECIAIS.

Cada vez mais o brasileiro está se importando mais com a beleza e cultuando corpos mais bonitos e podemos perceber na quantidade de academias e locais públicos para prática desportiva, assim como em lojas de vendas de produtos naturais e específicos para atletas. O Brasil é um dos países que mais tem academias, se não o maior, e o maior número de praticantes.
O número de deficientes que tem procurado academias para poder se exercitar, ficar com corpos mais bonitos e fazer tratamentos de recuperação de força. Porém a pergunta que não nos deixa calar é:
              Será que as academias estão preparadas para receber as pessoas com deficiência?
Uma mulher fazendo musculação
A resposta não é definitiva, mas a maioria das academias não estão preparadas para receber as pessoas com deficiência e as pessoas da terceira idade, que também tem buscado o serviço para poder melhorar a qualidade de vida.
Será que adaptar uma academia tem um custo tão alto ou é tão difícil assim? Essa resposta é não, mas para isso é necessário que os proprietários tenham uma visão do seu negócio e boa vontade para poder oferecer a acessibilidade a todos os seus alunos.
A acessibilidade na academia além de trazer novos alunos, garante a academia conforto para todos os demais alunos, e torna o estabelecimento inclusivo a pessoas com deficiência e a terceira idade. 
Um senhor na terceira idade fazendo musculação

Dicas para adaptar a academia

É muito importante busque apoio profissional de um engenheiro ou arquiteto para efetuar as mudanças estruturais e construções, caso sejam necessárias para que estejam dentro da especificação feita pela ABNT. Vamos as dicas:
Entrada e saida
  1. Na entrada e nas saídas da academia é necessário que tenham rampas ou elevadores nos lugares das escadas e degraus, caso existam.
  2. Caso a academia possua controle de entrada com roletas ou qualquer outro tipo, verificar se existe uma passagem com acessibilidade para as pessoas com deficiências e os equipamentos de controle estão em altura adequada para estas pessoas.
  3. Importante que o balcão de atendimento tenha uma área que facilite a pessoa com deficiência para falar com as pessoas do atendimento.
Banheiros e vestiários
  1. É necessário que a academia possua ao menos um banheiro adaptado ou uma banheiro coletivo que contenha uma área exclusiva para uso de pessoas com deficiência.
  2. O vestiário pode ser o mesmo utilizado por todos os demais alunos desde que possua espaço suficiente para que um cadeirante possa livremente
Aparelhos e profissionais
  1. Apesar de existirem alguns aparelhos adaptados no mercado, a maioria dos equipamentos utilizados pelos alunos em geral pode ser utilizado pelas pessoas com deficiência.
  2. É necessário que a academia tenha um professor formado e habilitado em educação física ou em fisioterapia. As séries e exercícios devem ser determinadas de acordo com a capacidade de cada pessoa.
Acessibilidade interna
  1. É muito importante que a academia tenha espaço suficiente para o trânsito das pessoas com deficiência, então os corredores devem ter as medidas contidas na norma da ABNT 9050 para corredores de acesso.
  2. É interessante que exista orientação para as pessoas com deficiência visual. Apesar de ser um diferencial, poderia manter um cartão de exercícios em braile para o aluno tenha maior autonomia.

ACESSIBILIDADE

ACESSIBILIDADE: Projeto de lei prevê equipamentos adaptados nas Academias ao Ar Livre

Proposta de Martinez (PSDB) vai ao encontro da Lei Federal nº 10.098/2000 que determina que o mobiliário urbano atenda também pessoas com deficiência. 


Equipamentos adaptados a pessoas com deficiências físicas ou mobilidade reduzida em todas as academias ao ar livre instaladas pela prefeitura em Sorocaba. É o que prevê projeto de lei de autoria do vereador José Francisco Martinez (PSDB) em tramitação na Câmara.

O presidente do Legislativo baseou-se na Lei Federal nº 10.098/2000 que estabelece normas gerais de acessibilidade. Segundo a legislação, “as vias públicas, os parques e os demais espaços de uso público existentes, assim como as respectivas instalações de serviços e mobiliários urbanos deverão ser adaptados” para “promover ampla acessibilidade às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida”.

“É cada vez mais crescente a demanda pelas academias ao ar livre, diante da busca da população por bem estar e saúde. Praças, parques e outros espaços públicos de Sorocaba já contam com academias com modelos diversos de aparelhos para o trabalho muscular, porém os equipamentos adaptados ainda não foram adotados por aqui, o que fere a legislação federal”, justifica Martinez. 
1. Chupar o veneno de uma picada de cobra.
Cortar a pele de uma vítima de uma picada de cobra para chupar o veneno poderia ser uma técnica clássica de primeiros socorros, mas atualmente os médicos dizem que é inútil e inclusive perigoso. Cortar e chupar, ou aplicar um torniquete ou gelo não faz nada para ajudar.

Estas antiquadas atuações fazem mais mal que bem ao atrasar o urgente cuidado médico, contaminando a ferida e danando os nervos e os vasos sanguíneos. O mais adequado nestas situações é urgentemente transportar a vítima ao centro médico mais próximo. Assim que a melhor cura para a picada de cobra é um automóvel e um helicóptero.

Leia mais em: 10 mitos inúteis dos primeiros socorros - Metamorfose Digital http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=1559#ixzz2krN9VV1T

2. Urinar sobre a picada de uma Medusa
Em nosso país é bem mais provável que a gente sofra a "mordidela" de um tubarão do que a picada de uma medusa, mas na Europa é o contrário.

Urinar sobre uma picada na pele não fará muito para aliviar o sofrimento e nunca se comprovou cientificamente que a urina ajude nas picadas de medusas. Já o vinagre é o primeiro e melhor tratamento para este tipo de picada.

Mas uma questão ainda permanece, se não há vinagre a mão a urina é melhor do que nada? Ainda que os estudos não tenham demonstrado, algumas pessoas dizem que a urina funcionou plenamente (há de se levar em conta o efeito placebo)


PRIMEIROS SOCORROS QUANDO HÁ SANGRAMENTO NO NARIZ.

Os primeiros socorros para quando o nariz estiver sangrando são:


  • Sentar-se com a coluna reta e inclinar-se levemente para frente,
  • Aperte a narina que está sangrando por um período de 5 a 10 minutos,
  • Limpe toda a região com auxílio de um lenço de papel, sem fazer muita força.
  • Não assoe o nariz.
  • Se o nariz continuar sangrando experimente colocar uma compressa de gelo na base do nariz (região entre os olhos) ou na nuca.
O nariz pode sangrar por diversos motivos.  É uma região que possui muitos vasinhos sanguíneos que rompem-se facilmente, quando há uma alteração hormonal, como no caso de gravidez, pressão alta ou após uma pancada no nariz ou na face. Existem também os casos de fragilidade capilar que significa fragilidade nesses pequenos vasos localizados no nariz. Essa fragilidade é muito comum em pessoas que possuem rinite alérgica.
A hemorragia nasal não é uma situação grave e raramente pode levar à problemas mais sérios, mas mesmo assim é preciso conter o sangramento o quanto antes.

MITO: Colocar a cabeça para trás para o sangue não sair.Quando o sangue estancar começar a assoar o nariz. 

TAPOTAGEM - Como agir em caso de afogamento com leite ou alimentos.


FERIADO E PIPAS NAS RUAS.

UMA BRINCADEIRA GOSTOSA, TRADICIONAL E TAMBÉM ARRISCADA. 

VEJAM A PROGRAMAÇÃO NO FERIADO DE HOJE NO CEU JAMBEIRO. ZONA LESTE DE SÃO PAULO.

Mostrar para a comunidade as origens da pipa e ensinar regras básicas de segurança de como usá-la são os principais objetivos do projeto “Revoada Educativa – Pipas com Segurança”. No próximo dia 17 de novembro, no CEU (Centro Educacional Unificado) Jambeiro, na zona leste da capital, o renomado eolista Silvio Voce contará histórias e explicará os perigos do uso do cerol, das redes elétricas e uma série de cuidados que deve ser tomada ao soltar pipas. Voce abandonou a carreira de técnico em aviação e tornou-se um campeão mundial na arte de criar e confeccionar pipas.

A questão da segurança é bastante enfatizada pelo eolista. Quem assina as regras de segurança descritas na revista em quadrinhos que será entregue durante o evento é a empresa AES Eletropaulo, que apoia o projeto.

Serão distribuídos ainda, gratuitamente, 1.000 “Kits Voadores”, contendo a revistinha com regras de segurança, uma pipa, um carretel de linha e uma rabiola. O evento terá também sorteio de brindes.

Além da conversa com a comunidade, Silvio Voce e sua equipe farão uma revoada de pipas, mostrando essa arte com segurança e diversão garantidas. Saiba mais sobre o projeto “Revoada Educativa – Pipas com Segurança” pelo sitewww.pipas.com.br

Dicas para brincar com segurança

  • Não solte pipas em dias de chuva ou relâmpagos
  • Não solte pipas perto de fios telefônicos, elétricos ou de antenas. Procure lugares abertos como praças, parques, campos de futebol etc;
  • Se a pipa enroscar nos fios não tente tirá-la;
  • Não use linha metálica como fio de cobre de bobinas;
  • Não use linha cortante (Cerol). É grande o risco de corta as pessoas com ela, inclusive você mesmo;
  • Use luvas para não queimar as mãos na linha;
  • Atenção com motos e bicicletas. A linha pode ser perigosa para seus condutores;
  • Olhe bem por onde pisa, especialmente para trás;
  • Não empine pipas em lajes e teclados, pois uma queda poderá ser fatal;
  • Cuidados com as ruas e lugares movimentos.



Confira a programação do CEU Jambeiro


PROGRAMA BEM ESTAR ESPECIAL SOBRE SUPLEMENTOS E ATIVIDADE FÍSICA

Apesar de estarem na moda e serem vendidos em muitas academias do país, os suplementos alimentares são feitos apenas para atletas de alto rendimento, profissionais ou não, e só podem ser recomendados por médicos ou nutricionistas.
"O professor de educação física não deve prescrever nada, senão se torna um desvio de função. Nós trabalhamos com prevenção, o nutricionista atua com alimentos e o fisioterapeuta, com patologias", afirma o presidente do Conselho Regional de Educação Física do Estado de São Paulo (Cref/SP), Flavio Delmanto.
Ele destaca que esse procedimento é divulgado aos profissionais filiados e que o mercado tem espaço para todos, desde que respeitada cada atribuição. Em relação à venda dos suplementos nas academias, Delmanto diz que a fiscalização deveria ser feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O educador físico Mauro Guiselini complementa: "Existem personal trainers que aprendem as regras básicas da suplementação e sugerem aos alunos. Isso é ruim para a profissão, pois é o mesmo caso de praticar medicina ilegalmente. Tanto que alguns profissionais já foram advertidos e até suspensos", diz. De acordo com Guiselini, o grande problema é vender anabolizantes e hormônio do crescimento no lugar de suplemento. "Aí o professor vira o cara que vende a droga."
Além disso, esses produtos não podem fazer propagandas enganosas, prometendo no rótulo uma eventual perda de peso ou ganho de massa muscular. A Anvisa proíbe palavras ou imagens que façam referência a hormônios ou induzam o consumidor sobre eventuais efeitos. Estão vetadas, portanto, expressões como "anabolizantes", "massa muscular", "hipertrofia muscular", "queima de gorduras" ou "fat burners", e "aumento da capacidade sexual".
Segundo a nutricionista da área esportiva Mirtes Stancanelli, que atua na seleção brasileira de basquetebol feminino, a idade média dos principais usuários no país vai dos 20 aos 35 anos, e as mulheres já são um público-alvo considerável.
Na hora de determinar o que e quanto uma pessoa vai tomar de suplemento, é fundamental saber se ela está desprovida de algum nutriente, se a atividade que desempenha envolve força, e qual o tempo e a intensidade do exercício.
"Quem consome esses produtos sem indicação de um profissional pode ter problemas no fígado, nos rins e no coração. Ferro demais, por exemplo, pode se depositar nas artérias e causar cansaço. Muita vitamina C é capaz de aumentar o risco de pedras nos rins. E, no fígado, pode haver um acúmulo de gordura. O que a ciência coloca não é de agrado da indústria, mas a verdade é essa", explica.
Além disso, se o indivíduo for mal orientado, pode aumentar o percentual de gordura, ter acne, gases e alergias respiratórias, no caso de consumir um excesso de proteínas. Pode, ainda, apresentar dificuldade de digestão.
Os efeitos dos anabolizantes são ainda piores: além de acne e danos ao fígado, rins e coração, pode haver crescimento das mamas e infertilidade nos homens e queda de cabelo, voz grave, aumento dos pelos e desregulação do ciclo menstrual nas mulheres.
No caso do suplemento à base de creatina, é permitido tomar por dia apenas 0,3 grama por quilo de peso corporal, ressalta Mirtes. Quanto ao isotônico, ele só deve ser uma opção quando há realmente uma desidratação, ou seja, perda de 2% a 3% de peso corporal em uma única atividade.
Outro ponto que deve ser observado é que, quando a pessoa para de usar o suplemento, pode levar até dois anos para readquirir a forma anterior, já que os produtos servem para acelerar esse processo.
Para quem quiser opções naturais e mais saudáveis de vitaminas e proteínas, a nutricionista sugere suco de frutas, leite, iogurte, queijo, carne vermelha e ovos.
Seis categorias
A Anvisa divide os suplementos alimentares em seis categorias diferentes: hidroeletrolíticos (isotônicos, que hidratam as células), energéticos (basicamente carboidratos, como maltodextrina, em géis, pó ou suco), suplementos de proteínas (barrinhas de proteínas e gorduras para recuperação pós-treino), produtos para substituição parcial de refeições (shakes ou pós capazes de suprir eventuais necessidades de proteínas, carboidratos e gorduras), complementos de creatina (proteína para liberação rápida de energia em atividades de alta intensidade, como atletismo e natação) e bebidas com cafeína (energéticos e estimulantes).
No Brasil, essas substâncias estão isentas de registro, mas devem seguir um regulamento técnico da Anvisa de abril de 2010, que estabelece critérios de classificação, indicação, composição e rotulagem. Também precisam de um número de notificação junto ao órgão de vigilância sanitária estadual ou municipal sobre o início da fabricação ou a importação.
Quem toma esses produtos sem indicação de um profissional pode ter problemas no fígado, nos rins e no coração"
Mirtes Stancanelli,
nutricionista do esporte
Cada produto deve informar esse número de notificação, a lista de ingredientes, a composição nutricional e o prazo de validade.
Já os suplementos vitamínicos ou minerais – cápsulas que podem suprir demandas de ferro, cálcio, zinco, etc – não precisam de registro se os nutrientes não ultrapassarem 100% da ingestão diária recomendada. Se isso ocorrer, o produto é considerado um medicamento e necessita de autorização da Anvisa.
Caso as normas para os suplementos alimentares sejam descumpridas, como no caso de propaganda enganosa, o infrator deve ser penalizado, segundo uma lei de 1969 e outra de 1977. Também deve ser aberto um processo administrativo sanitário.
Multas são analisadas individualmente, e a empresa pode ter o produto suspenso por oferecer risco à saúde da população. A fiscalização deve ficar a cargo da vigilância sanitária local, que precisa encaminhar os dados à Anvisa, responsável pelas autuações e publicações no Diário Oficial da União.

Regras específicas
Sobre os isotônicos, a resolução da Anvisa diz que eles não podem ultrapassar 1.150 mg/l de sódio, e a concentração de potássio não pode ser superior a 700 mg/l. Por outro lado, podem ser adicionados de vitaminas e minerais, mas não de fibras. As regras também falam sobre o limite máximo de carboidratos e frutose (açúcar das frutas) no preparo desses líquidos.
No caso dos energéticos ou carboidratos, o suplemento não pode conter mais de 75% do valor energético proveniente dessa fonte. Em gramas, não deve passar de 15 g na porção pronta para o consumo. A Anvisa diz, ainda, que esses produtos podem ter gorduras e proteínas, mas não fibras e substâncias consideradas "não nutrientes".
Quanto aos suplementos de proteínas, devem ter pelo menos 10 gramas do componente em cada porção. Metade das calorias precisa ter origem proteica e também não é permitido adicionar fibras ou não nutrientes.
Em relação aos suplementos para substituição parcial de refeições, os famosos shakes, existe uma quantidade máxima permitida de carboidratos (de 50% a 70%), proteínas (de 13% a 20%) e gorduras (até 30%) sobre o total do valor energético. O produto deve fornecer pelo menos 300 kcal por porção. Além disso, o teor de gorduras saturadas e trans não pode ultrapassar 10% e 1%, respectivamente. E, ao contrário dos anteriores, esses complementos podem ter fibras.
Esses suplementos são muito calóricos, por isso diminuí os carboidratos da alimentação. Não dá para usar isso tudo e ainda ter uma dieta ruim"
Luana Veronesi,
fisioterapeuta e personal trainer
A Anvisa também prevê critérios para os suplementos de creatina, cuja concentração deve ficar entre 1,5 g e 3 g por porção. O grau de pureza da substância precisa chegar a 99,9%. E não podem ser adicionados carboidratos nem fibras.
Por fim, os complementos de cafeína não podem ficar abaixo de 210 mg nem acima de 420 mg por porção. Não pode haver adição de nutrientes ou não nutrientes.
Substâncias proibidas
Nas normas da Anvisa, também há uma lista de substâncias que não podem entrar na composição dos alimentos para atletas. Entre elas, estão: guaraná, erva-mate, ginseng, gengibre, chá verde e aminoácidos como leucina, isoleucina e valina – que, neste último caso, podem ser registrados como novos alimentos.
A taurina é permitida em energéticos desde que dentro de um limite de 400 mg para cada 100 ml de produto. A regra vale tanto para as marcas nacionais quanto importadas. Outro aminoácido, a carnitina, não pode entrar nesses suplementos específicos para atleta, mas tem previsão de uso em outras categorias, como remédios emagrecedores.
Outros tipos de aminoácidos podem ser usados combinados, para melhorar a qualidade de proteínas do produto, mas não devem ser consumidos de forma isolada. No caso do ginseng e de outras substâncias, como efedrina e garcinia cambogia, o uso está liberado na área de medicamentos.
Alimentos que exigem registro no Brasil
Os alimentos que são obrigados a ter registro da Anvisa no país são: produtos funcionais (aqueles com ação comprovada sobre colesterol, intestino ou envelhecimento), substâncias probióticas (iogurtes que facilitam o funcionamento intestinal), alimentos infantis (como papinhas), produtos para nutrição enteral (por sonda em pacientes hospitalizados), embalagens recicladas para contato com alimentos e os chamados novos alimentos ou ingredientes(cápsulas, comprimidos e tabletes de vários componentes, como óleos, derivados de soja, fitoesteróis, quitosana e licopeno).

NÃO TROQUE ALIMENTOS POR SUPLEMENTOS.

Apesar de a suplementação estar cada vez mais presente na vida das pessoas, alguns levam essa hábito ao extremo, a ponto de substituir a alimentação pela mistura de substâncias. Conhecido como “ração humana”, o complexo rico em nutrientes ganha espaço na mesa dos esportistas, não como complemento, mas como prato principal. Mas quais as consequências disso?
Diferente do que se acredita, a ração humana não é projetada para conter todas as substâncias que o corpo humano necessita e só pode ser prescrita por um/a nutricionista. “O complexo ajuda a regular as funções intestinais, acelerar o metabolismo e normalmente é usada para a perda de peso, ou seja, não é indicada para atletas, pois eles precisam repor as energias, não perdê-las”, orienta a nutricionista Bianca Bianchi.
Aliás, quando a ração humana é prescrita, ela também deve ser consumida com cautela, pois, em grande quantidade, a mistura causa gases, constipação e distensão abdominal. “A quantidade recomendada é de duas colheres de sopa ao dia misturadas a refeição”, completa a profissional.
Caso a dose seja aumentada, o indivíduo pode sofrer com os efeitos colaterais. “A ração humana é um componente usado para emagrecer, mas pode causar problemas, como aumento de peso, se for consumida no lugar das refeições. Além disso, portadores de diabetes, hipertensão e doenças crônicas precisam de orientação médica antes de consumir esta ração”, avalia a nutricionista.
Bianca Bianchi diz que, ao invés de optar por adicionar a ração humana à dieta, o atleta pode escolher opções mais naturais. “Ele (o atleta) pode preferir outros alimentos que têm a mesma finalidade, como semente de linhaça, farelo de trigo, leite de soja, aveia e açúcar mascavo”.
Segundo a nutricionista Bianca Bianchi, nada substitui a alimentação. Foto: Alexander Kalina/ stock.xchng
Segundo a nutricionista Bianca Bianchi, nada substitui a alimentação. Foto: Alexander Kalina/ stock.xchng
Suplementação - Como o nome já diz, os suplementos devem ser um complemento de vitaminas, minerais, fibras, ácidos graxos e aminoácidos, que podem estar faltando na dieta do indivíduo. “A suplementação nunca deve substituir uma refeição. No caso de atletas profissionais, a suplementação deve ser feita em parceria com a alimentação, pois há uma perda de energia muito grande. Já para os atletas que treinam na academia com frequência, uma suplementação após o treino já é o suficiente”, explica Bianca.
Saiba o que ocorre com o organismo quando alguns suplementos são consumidos em excesso:

  • Aminoácidos: desencadeia problemas intestinais, hepáticos e renais.
  • Glutamina: provoca cirrose no fígado, problemas nos rins e síndrome de Reye (doença que acomete cérebro e fígado).
  • Termogênicos: provoca taquicardia (que pode levar a uma arritmia) e insônia
  • BCAA: provoca desgaste gastrointestinal.
  • Óxido Nítrico: causa problemas respiratórios, coceira, vômitos, tremores, asma e sudorese intensa.
  • Creatina: apesar de criar a falsa ilusão de aumento muscular, o que realmente ocorre é um aumento da reserva de água dentro das células, o que faz com que as pessoas fiquem inchadas.
  • Proteínas: prejudica o funcionamento dos rins e fígado.
  • Substâncias estimulantes: provoca dependência psicológica, aumento da pressão, agitação, distúrbios do sono e falta de coordenação motora.
  • Óleo de Cártamo: provoca distúrbios do trato gastrointestinal, diabetes tipo 2, inflamação e risco de doenças cardiovasculares
  • Precursores do HGH – pode ocasionar diabetes, ginecomastia (aumento de mamas em homens), síndrome do túnel de carpo e acromegalia (gigantismo).

  • Saiba também o que ocorre quando vitaminas são consumidas exageradamente:

  • Vitaminas: prejudica o funcionamento do fígado e dos rins. Em alguns casos, provoca espinhas e flatulência.
  • Cálcio: pode ocasionar cálculos renais, redução de magnésio no organismo (se combinado à vitamina C), fraqueza muscular, irritabilidade, depressão, problemas de memória e anorexia.
  • Fósforo: em excesso pode levar à pressão alta, confusão mental e problemas cardiovasculares
  • Magnésio: provoca fraqueza muscular, pressão baixa, rubor na face, náuseas, insuficiência respiratória e boca seca
  • Ferro: Danifica o paladar metálico, causa dor de cabeça, náusea, tontura, pressão baixa, perda de peso, dor nas articulações, problemas no fígado e no coração;
  • Zinco: provoca anemia, febre, queda no sistema imunológico e nos níveis do colesterol HDL (colesterol bom)
  • Cobre: provoca náuseas, vômitos, hemorragia gastrointestinal, diarreia, anemia e cirrose.
  • Manganês: pode atuar no crescimento de células cancerígenas.
  • Vitamina A: prova ressecamento e descamação da pele, dor nos ossos, nas articulações e na cabeça, cãibras, tontura, náuseas, problemas no fígado e no crescimento.

  • CUIDADO! SUPLEMENTOS E VITAMINAS SEM PRESCRIÇÃO MÉDICA COLOCA EM RISCOSUA VIDA E SUA SAÚDE!

    A abundância de produtos disponíveis e a falta de controle fazem com que seja difícil estudar a eficácia e até mesmo a segurança dos suplementos. Muito do que é divulgado não passa de propaganda. Existe uma indústria milionária apoiando a venda dos produtos enquanto que a verba investida em pesquisa séria sobre os produtos é irrisória.

    SUPLEMENTOS ALIMENTARES MAIS CONHECIDOS E COMERCIALIZADOS.

    • Cafeína: como a cafeína tem ação lipolítica, supôs-se que a suplementação auxiliaria na lipólise e pouparia glicogênio muscular. Mas os resultados foram contraditórios e apesar de ser também um forte estimulante, a cafeína é um diurético, aumentando a perda líquida em atividade, um fator indesejável. A quantidade de cafeína para ter um efeito significativo como estimulante é muito grande e seria considerada doping. Além disso, o consumo cotidiano de cafeína interfere na sua sensibilidade – pessoas que nunca consomem café são mais sensíveis aos seus efeitos. Essa variação pessoal seria mais um complicador caso se faça uma prescrição individual de uso.
    • Carnitina: atua como transportadora de lipídios intracelulares e pensou-se que o uso poderia facilitar a utilização de AGL circulantes. Mas os estudos mostraram que esse tipo de suplementação não traz melhorias ao rendimento e que na verdade o que pode acelerar o processo é uma aceleração do funcionamento enzimático intracelular, o que só ocorre com o treinamento. Mesmo assim, a carnitina é vendida mundialmente sob o pretexto de ser um “queimador de gordura”.
    • Aminoácidos isolados: o consumo de aminoácidos isolados como suplemento iniciou com a suplementação de pessoas doentes e os defensores desta prática para atletas alegam que poderiam estimular a secreção de hormônio do crescimento (GH), mas isso não foi provado. Existem indicações de que estes aminoácidos poderiam influenciar a absorção de outros aminoácidos, causar falha renal e lesões teciduais. A suplementação por longos períodos com aminoácidos não tem qualquer benefício comprovado sobre o rendimento, podendo ainda induzir um quadro de resistência periférica à insulina. Não há, portanto evidências apontando o uso de aminoácidos como sendo benéfico para o atleta ou para o seu rendimento.
    • BCAA (Branched-chain amino acids): aminoácidos de cadeia ramificada, valina, leucina e isoleucina. A maior quantidade de estudos com BCAA deve-se ao quadro da fadiga central. As estratégias para utilização do BCAA em relação à fadiga central procuram estabelecer que sua suplementação realmente atrase o início da fadiga.
      Atualmente existem três manobras nutricionais para evitar a fadiga central:
      a) suplementação de CHO durante o exercício, o que diminuiria o uso de BCAA, e consequentemente sua queda no sangue;
      b) suplementação com BCAA para manter seus níveis no sangue;
      c) uma mistura de BCAA e CHO durante o exercício.

      O poder anabólico e anticatabólico dos BCAA também vêm sendo estudado. O consumo de BCAA estimularia a liberação de hormônios anabólicos como o GH, insulina e testosterona.

      Vários estudos já mostraram que altas doses de BCAA podem afetar negativamente o rendimento, reduzindo a absorção de água, causando distúrbios gastrintestinais e aumentando a produção de amônia.
    • Beta-hidroxi metil butirato: quando associado ao treino de força parece induzir aumentos na massa magra e na força, no entanto a quantidade dos estudos e as populações estudadas não permitem fazer qualquer tipo de prescrição confiável.
    • Glutamina: é o aminoácido mais comum em nosso plasma e é muito queimado em exercício. Este aminoácido é fonte energética para as células do sistema imunológico e as quedas da glutamina baixam a resistência contra infecções oportunistas, um dos motivos para gripes e resfriados próximos à competições ou treinos fortes. A glutamina não pode ser suplementada eficientemente porque as células intestinais são altas consumidoras de glutamina e não permitem que ela passe para o sangue.

      Além do efeito sobre o sistema imunológico, a glutamina poderia ter um efeito anabolizante e de estimular a síntese de glicogênio. Formas associadas do aminoácido e outras alternativas estão sendo estudadas e existe alguma indicação de que mesmo com a questão da absorção abdominal prejudicada, o fato de suplementar poderia poupar glutamina endógena.
    • Creatina: a capacidade máxima do sistema anaeróbico em produzir energia é regulada pela degradação do fosfato de creatina e dura em média 10 segundos. A concentração de fosfato de creatina intramuscular é importante para a realização de exercício anaeróbico, intermitente ou de apenas um esforço único que dure no máximo 30 segundos.

      A creatina que usamos pode ser fornecida diretamente pela alimentação (carnes) ou ser produzida de forma endógena pelo fígado, rins e pâncreas a partir dos aminoácidos glicina, arginina e metionina.

      Os efeitos da creatina suplementada são mais bem percebidos em:
      - testes de sprint na natação
      - produção de força máxima em cicloergômetro;
      - tiros de até 700 metros em corrida;
      - velocidade final em tiros de 60 m em corrida;
      - tempo até a exaustão em testes de alta intensidade em bicicleta;
      - capacidade de força e na composição corporal de levantadores de peso;
      - performance em saltos.

      O uso da creatina deve obedecer a uma estratégia porque ela é transportada para o interior celular por proteínas que, quando expostas por longos períodos a grandes doses de creatina, perdem sua sensibilidade. Portanto, o consumo regular de creatina não surte qualquer efeito. O período em que a creatina intramuscular fica elevado é de 4-6 semanas.

      A creatina é mais bem absorvida quando ingerida junto com CHO em líquidos mornos. Até o momento não se conhece nenhum prejuízo à saúde devido à suplementação com creatina como na estratégia proposta. O uso crônico não foi avaliado.

      Atletas de atividades mais longas do que 5 minutos parecem não ter qualquer benefício com a creatina, podendo apresentar ligeiro ganho de peso, o que normalmente é indesejável em várias modalidades.

    Bibliografia[editar]

    • Bacurau, RF. Nutrição e suplementação desportiva. Editora Phorte. 5ª ed. São Paulo, SP, 2007 - ISBN 85-7655-095-4
    • Burke, L. M., e R. S. Read. Dietary supplements in sport. Sports Medicine 15: 43-65, 1993
    • Newsholme E.A. e Leech A.R. Biochemistry for the Medical Sciences. Ed. John Wiley and Sons.
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    SUPLEMENTOS ALIMENTARES, VITAMINAS OU DOPING?

    O uso de suplementos cresce no mercado e milhares de pessoas buscam esse tipo de produto na esperança de mais saúde, beleza e rendimento. As promessas de resultados feitas pelos fabricantes geralmente não possuem qualquer respaldo científico ou são embasadas em pesquisas encomendadas.

    O uso de substâncias que melhorem o rendimento é uma prática antiga no meio esportivo, mas o que é um suplemento?

    Burke & Read classificam os suplementos em duas grandes categorias: os suplementos dietéticos e os auxiliadores ergogênicos. Os suplementos dietéticos são similares aos alimentos em relação aos nutrientes fornecidos, são produtos práticos para ingestão durante atividade, podem servir como auxiliares no aumento do consumo energético ou do aporte vitamínico-mineral. Entre eles estão: as bebidas esportivas (com CHO e eletrólitos), os suplementos com alto teor de CHO (como os geis de CHO), os multivitamínicos, vitamínicos, suplementos minerais, refeições líquidas e os suplementos à base de cálcio. Por eliminação, o restante das sustâncias ingeridas de forma suplementar a alimentação seria considerado auxiliador ergogênico. Os suplementos dietéticos não promovem aumento de desempenho. O resultado melhor na performance seria uma consequência da capacidade em atender uma demanda nutricional. Ou seja, o atleta não ficaria mais forte ou mais rápido devido ao suplemento, mas conseguiria manter-se em atividade mais tempo, por exemplo. Já o auxiliador ergogênico teria a capacidade de aumentar a performance, fornecendo substâncias que fisiologicamente não fariam parte da demanda nutricional. Outras classificações surgiram e alguns autores classificam todos os suplementos como sendo ergogênicos porque de uma forma ou de outra eles auxiliam na performance. Na verdade a grande diferenciação que se deve fazer é: existem substâncias que podem agir alterando processos metabólicos e genéticos diferentemente dos alimentos e existem produtos que simplesmente fornecem os nutrientes que normalmente viriam da alimentação de outra forma. É a linha que divide o que seria considerado suplementação nutricional do que se aproxima do doping. Dessa forma, quem consome suplementos e participa de eventos esportivos, deve estar atento para o conteúdo REAL do suplemento para não ingerir substâncias proibidas, fato que já ocorreu com atletas importantes, que foram condenados por doping e que depois provou-se que a substância provinha de produtos comercializados como “suplementos alimentares”.

    Utilidades para cada tipo de atividade[editar]

    A ausência de recomendações nutricionais para atletas dos mais diversos esportes facilita a difusão de conceitos infundados em relação à necessidade da suplementação. Normalmente o consumo de suplementos é fomentado pela ideia de que é necessário compensar uma dieta inadequada, para atender um suposto aumento nas necessidades diárias imposto pelo treinamento ou pela vontade de ter um efeito sobre a performance.

    Mas na verdade as carências nutricionais precisam de testes para ser identificadas. O aumento do consumo energético normalmente pode ser feito pela dieta e muitas vezes os conteúdos dos suplementos, como a proteína, já são abundantes na alimentação normal. E a noção de melhorar a performance a custa do suplemento quase sempre carece de evidência científica. Como alguns costumam dizer: existem dois tipos de suplementos para aumentar a performance, os que não funcionam e os que são proibidos.

    Os suplementos podem e devem ser utilizados em treinos ou competições quando:

    1. há uma dificuldade em ingerir as calorias suficientes para repor o que o atleta gasta durante o treino ou competição;
    2. deseja-se diminuir o bolo fecal para evitar evacuação durante a competição;
    3. pretende-se fazer uma supercompensação com CHO e não existe abundância de alimentos ricos em CHO ou as condições de higiene e preparo não são favoráveis;
    4. existe a necessidade de recuperação pós-esforço combinada com situações de falta de apetite;
    5. o indivíduo passa por uma situação temporária de restrição alimentar;
    6. competições e treinos longos que necessitam do consumo de CHO para serem mantidos em níveis de volume e intensidade aceitáveis.

    Suplementos e Exercícios de Força[editar]

    Sem dúvida o grande vilão do mercado de suplementos está em cima dos produtos para ganho de massa muscular, principalmente aqueles à base de proteína concentrada.

    Contrariando a crença popular, durante o exercício de endurance o corpo usa mais proteína do que durante o exercício de força com sobrecarga. Mas quem faz uso do suplemento alega que a proteína é importante durante a recuperação, o que é verdade, mas também é verdade que a proteína da dieta normal quase sempre é suficiente ou excessiva.

    Uma das alegadas vantagens dos suplementos protéicos como o Whey Protein e PowerMax, seria a sua rapidez de absorção. Realmente os hidrolisados de proteína são mais rapidamente digeridos, mas dois aspectos chamam a atenção: 1. Existe evidência de que as proteínas de rápida absorção como o whey protein ficam menos tempo circulantes e 2. Normalmente os fisiculturistas e as pessoas que buscam hipertrofia muscular fazem refeições a cada 2-3 horas. Com esse regime de horários não é possível existir queda nos níveis de aminoácidos, portanto, a velocidade de absorção é indiferente.

    Uma refeição que contenha caseína mantém os níveis de aminoácidos aumentados por 7 horas, questionando também a necessidade em se fazer refeições tão próximas.

    Não se nega o fato da maior necessidade protéica em atletas de exercícios de força, a questão é que na maioria dos casos o consumo de proteína já é várias vezes acima do necessário.

    A suplementação com proteína pode ser indicada nos casos em que:

    1. existe uma necessidade real em se aumentar o aporte protéico e isso deve ser feito sem incrementar o conteúdo de gordura da dieta;
    2. a dieta deve ser complementada porque o indivíduo não tem condições no dia-dia de consumir proteína (mora sozinho, sem tempo de cozinhar, etc.);
    3. indivíduos que precisam passar por restrição calórica e não desejam perder massa magra.

    Para quem visa aumento de massa muscular e vai consumir algum suplemento, o melhor horário é assim que encerre os exercícios. Testes feitos com bebidas contendo CHO e proteína ingeridas logo após o treino indicam que a síntese protéica foi aumentada nessa situação.

    Algumas pesquisas estão sendo feitas com a estratégia de ciclos de proteína. Alternando dias de baixo consumo com períodos de alto consumo supostamente a absorção das proteínas seria melhorada, mas os resultados ainda são muito imprecisos e duvidosos.

    Suplementos e Exercícios de Endurance[editar]

    Nos esportes de longa duração e nas provas de vários dias, só é possível para o atleta equilibrar o gasto energético com o consumo, se utilizar alimentos ou suplementos durante a atividade.

    Deve-se levar em conta que os depósitos de glicogênio podem não ser restaurados de um dia para o outro. Treinos em dias consecutivos podem levar a uma depleção tamanha que precise de repouso para recuperação total. Manter uma dieta rica em CHO e usá-los durante o treino é a maneira mais eficiente de evitar este problema. Um ciclista em provas longas como o Tour de France, por exemplo, necessita de até 9 mil calorias por dia, o que é um fator limitante nestes esportes. Muitos atletas não conseguem suportar a competição por não conseguirem absorver a energia necessária. A suplementação costuma ser usada nessas situações. Atualmente existem repositores que conseguem em uma pequena garrafa entregar 1000 calorias ao atleta em forma de líquido. O atleta que não repõe o que gasta perde peso e desempenho

    Como em exercício de endurance as gorduras são queimadas em abundância, faria sentido usar suplementos lipídicos nessas situações. Entre estes suplementos estariam os triglicerídeos de cadeia média (TCM), que aumentam a oferta de ácidos graxos no plasma. Uma alternativa seria aumentar o consumo de gordura, como proposto pela dieta 40/30/30.

    O uso dos TCM surgiu como uma alternativa, mas existe uma baixa tolerância gastrintestinal aos TCM e nas quantidades aceitáveis não houve economia de glicogênio. As dosagens que resultaram em economia de CHO são muito altas e geralmente causam efeitos colaterais que comprometem o desempenho.

    Ao iniciar uma dieta hiperlipídica o organismo passa por várias adaptações enzimáticas no sentido de usar melhor os AGL, mas outro efeito resultante do maior consumo de gordura é que com esse aumento ocorre uma diminuição no consumo de CHO, diminuindo os depósitos de glicogênio muscular.

    O aumento da concentração de AGL no sangue com a finalidade de diminuir o gasto de CHO em exercício foi testado de várias formas, inclusive com injeções de produtos que aceleram a captação de AGL e outros métodos invasivos. Todos seriam considerados doping.


    FONTE: Wikipédia 

    O QUE SÃO SUPLEMENTOS ALIMENTARES?

    Os suplementos alimentares são preparações destinadas a complementar a dieta e fornecer nutrientes, como vitaminasmineraisfibrasácidos graxos ou aminoácidos, que podem estar faltando ou não podem ser consumida em quantidade suficiente na dieta de uma pessoa.

    Os suplementos alimentares para fisiculturismo são usados por praticantes de atividade física, mais comum em praticantes de musculação, proporciona nutrientes essenciais como proteínas, carboidratos, aminoácidos, vitaminas e etc.

    A grande vantagem dos suplementos para fisiculturismo é a pouca quantidade de gordura presente neles.

    Alguns suplementos protéicos
    • Albumina,
    • Whey Protein,
    • Caseína,
    • Proteína de soja,
    • Levedura de cerveja,
    • Creatina
    • PowerMax
    Carboidratos
    • MaltoDextrina,
    • Dextrose,
    • Hipercalóricos em geral.

    FONTE: Wikipédia 

    ABÓBORA AJUDA A DIMINUIR O COLESTEROL

    A CURA PELA NATUREZA

    A abóbora é uma planta da família das Cucurbitáceas, de caule rasteiro ou trepador. Algumas variedades são oriundas do Oriente Médio e Américas, mas atualmente é cultivada no mundo inteiro. Planta própria de climas quentes, requer temperaturas entre 20 a 27ºC para seu cultivo e produtividade. 
    Muitas doenças, provocadas por desequilíbrios energéticos, podem ser curadas através da alimentação, outras podem ser evitadas, e em algumas já instaladas, agregando-se a alimentação ao tratamento médico alcançamos a cura com mais rapidez.
    A abóbora é indicada para combater o colesterol ruim e os radicais livres.


    Modo de usar:
    Comer em jejum 100 gramas de abóbora, ou ralada, ou passada no processador ou no liquidificador ou tomar o suco com a mesma quantidade de abóbora e 100ml de agua.
    Porém, há um detalhe importante: nem a abóbora, nem a água poderão ir para a geladeira, porque a refrigeração destrói os ingredientes ativos da vitamina. Esta é a razão de ter que comprar, semanalmente, a abóbora, pois, fora da geladeira, ela se estraga rapidamente.
    Durante a primeira semana, a urina apresenta grande quantidade de colesterol LDL (de baixo peso molecular), o que se traduz em limpeza das artérias, inclusive as cerebrais, incrementando, assim, a memória da pessoa.
    O Clinico geral Dr. Lobo Vale explica que a abóbora é um fruto que possui poucas calorias, de fácil digestão e naturalmente rica em manganésio, vitaminas A e C, fibras, potássio, ácido fólico, cobre, riboflavina e fósforo. e que apesar da investigação dos fitonutrientes da abóbora ainda não ser tão aprofundada como a de outros alimentos, alguns estudos já mostraram que o seu teor em vitamina C e ß-caroteno poderá ser benéfico na prevenção da oxidação do colesterol


    Sendo o colesterol na forma oxidada o que se acumula nas paredes dos vasos sanguíneos, estes nutrientes poderão ter uma ação útil na redução da evolução aterosclerose. A acrescentar a este fato, o alto teor em fibras da abóbora também tem demonstrado contribuir para a diminuição dos níveis de colesterol, o que ajuda a diminuir o risco de arteriosclerose, diabetes e doença cardíaca, acrescenta o especialista.
    O uso de sementes de abóbora na medicina chinesa data do século XVII, com relatos no combate de parasitas intestinais. As sementes são retiradas dos frutos completamente maduros e postas para secar rapidamente ao sol. Contém de 44 a 50% de fração oleosa (rica em ácidos graxos mono e poliinsaturados), elevado teor de fibras (23-27%) em relação às demais sementes, albuminas (proteínas – 37-40%), a cucurbitacina (um glicosídeo resinoso), sais minerais, especialmente zinco, magnésio e potássio, vitaminas do complexo B, sais do ácido fólico (folatos) e outras substâncias ainda desconhecidas.
    Evite frituras e alimentos gordurosos. Adicione legumes e salada crua nas refeições.
    Fonte: